HISTÓRIA DA JAÇANÃ


Princesa Jaçanã

Quando em Delfos, Pítia escolhia jovens, cujos maridos estavam nas guerras, para auxiliá-la em sua missão. Eram as Yuricys - Flores do Campo -, que socorriam os combatentes nas planícies macedônicas e peloponense. Todavia, como não incorporavam nem profetizavam, Pítia recomendou que fossem preparadas as Muruaicys e Jaçanãs, moças fugidas do assalto de tropas mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias no Templo de Apolo. Assim surgiram as Missionárias Jaçanãs, que na Linha Dharman Oxinto, trabalham nas Iniciações, preparando os Mestres que vão para os salões iniciáticos, e na Cruz do Caminho, colocando as morsas nos Mestres e Ninfas Sol. A Primeira Jaçanã, Ninfa Lua Dulce, considera como missão maior estar no Turigano todos os domingos, a serviço do Oráculo de Yemanjá, dizendo que “a própria existência da falange está ligada à grandeza e ao objetivo deste trabalho”.

“As Jaçanãs também acompanhavam Pítia, pelo mesmo destino das Yuricys, porém com outra especialidade. Caminhavam mais longe e eram cheias de estratégias, sempre para o bem. Faziam lindos trabalhos, acudiam aquela gente... Porém, como as Yuricys, se empolgavam naqueles reinados e muitas vezes perdiam suas missões!” (Tia Neiva).

Informações sobre a falange Jaçanã

1ª Jaçanã - Dulce
Adj de Apoio - Adj Trino Tapuy - Mestre Ferreira
Guia Missionária - Princesa Jaçanã