|
| ||||||||||||||||||
|
Semanário N° 57 - 03/Dez/2007
|
||||||||||||||||||
|
Responsável: Mestre André Luis - Adj. Ajuvano (ajuvano@valedoamanhecer.com)
www.valedoamanhecer.com / Tel. (61) 8147-8433 / Publicação Mensal Gratuita |
||||||||||||||||||
|
|
|
Tia Neiva
|
|
Por Ruth Almeida
|
|
Por André Luis - Adj. Ajuvano
|
|
Por André Luis - Adj. Ajuvano
|
|
Por José Carlos - Trino Tumarã Foto: Rochanas Sol e Lua
HISTÓRIA DA ROCHANA
A história da “Rochana” tem sua origem na Grécia Antiga. Naquela época, as guerras eram muito frequentes e os povos se desentendiam por qualquer motivo. Num desses conflitos, todos os homens de uma certa região tiveram de partir, deixando indefesas suas mulheres. As mulheres dessas ilhas eram bonitas, lindas e sedutoras. Foi quando o Rei se apaixonou perdidamente por uma de suas súditas, cujo marido tinha partido, tentando subjugá-la com seu amor. Começou, então, uma caçada sem tréguas em que a Rainha sequer admitia a possibilidade de ser derrotada. Foi então que Rochana apresentou seu lado lutador e guerreiro, reunindo todas as mulheres que fugiram de seus lares, para confundir os perseguidores, e foram se esconder nas grutas e rochas que pontilhavam as ilhas gregas. Organizadas, as mulheres conseguiram escapar a todas as buscas empreendidas, pois se deslocavam com muita agilidade pelas praias rochosas das ilhas, levando uma vida árdua, mas muito saudável e livre. Elas proviam seu sustento com caça e pesca. Vestiam confortáveis túnicas brancas, muito despojadas, e enfeitavam-se de conchas, numa vida simples junto à natureza. Unidas em tudo, Rochana e suas companheiras, fizeram sempre face à odiosa vingança da Rainha que, afinal, não conseguiu realizá-la.
HISTÓRIA DA FALANGE
Em 1981, a Tia pediu ao Mestre William que escolhesse 7 ninfas para formar a Falange de “Rochanas”. Teriam que ser senhoras seguras, fortes, para levar em frente uma falange de peso e muito sofrida. Quando o Mestre William escolheu as ninfas e as levou para a Casa Grande, a Tia falou que antes de ter as “Rochanas” teria que formar as Cayçaras. O Mestre William, que havia se empenhado na escolha das ninfas “Rochanas”, ficou sem saber o que fazer e propôs à Tia aguardar mais um tempo, pois ele iria procurar as Cayçaras. Neste exato momento, a Tia falou que não podia esperar mais porque a energia das Rochanas estava presente, esta força que nunca foi perdida ao longo dos tempos e sempre foi manipulada em favor da desobsessão. Essa força tinha que ser manipulada por uma Falange do Amanhecer. Então, num certo domingo de fevereiro de 1982, no Templo do Amanhecer, a Tia formou várias falanges e me chamou no Radar para tomar conta desta falange. “Esta Falange de Rochanas”, me disse ela, “será uma falange pequena. Não pense você poder ver imensa corte de Rochanas aqui neste plano. No plano espiritual, vocês são numerosas. Também não vejo moças jovens nesta falange pesada e sofrida”. Assim começou a Falange de “Rochanas”. O nome vem de rochas. As Rochanas manipulam a força das rochas e das pedras. A Primeira Rochana é Monique Soudant. A reunião mensal da falange acontece no segundo sábado de cada mês, às 15:00h, no seguinte endereço: CR 67, Casa 5. Nosso primeiro Adjunto de Apoio foi Mestre Tavares. Devido à mudança de Tavares para Crato, Ceará, nosso Adjunto de Apoio atual é o Comandante Adjunto Valeiro, Koatay 108, Mestre Manoel Barbosa.
TRABALHO E FUNÇÃO DAS ROCHANAS
A Princesa Rochana é a Ninfa Missionária da Legião de São Lázaro. A nossa principal função é a cura desobsessiva. As cores de nossa indumentária já indicam a finalidade da falange: o vermelho - desobsessão e o roxo - cura. A Tia falava que nosso trabalho se faz mais nos planos espirituais, onde a falange de Rochanas é muito grande. Muitas vezes, querendo assumir uma prisão, a Tia me desaconselhava a fazê-lo porque precisava de Rochanas de indumentária para ajudá-la no trabalho de desobsessão nos planos espirituais. Na Estrela Sublimação a presença de duas Rochanas é muito importante, dizia a Tia.
A presença das Rochanas é necessária nos trabalhos de Imantração (interna e externa); Randy; Leito Magnético; Casamentos; Alabás; Abatás; Côrtes de Iniciação, Elevação e Bênção do Ministro. Em Ipatinga, o setor sob a responsabilidade da falange é o Castelo de Doutrina (limpeza, organização e manutenção).
INDUMENTÁRIA
Vestido: nosso vestido é de malha vermelha. Para a Doutrinadora o sol fica à direita do decote em “ V”. Para a ninfa Lua a lua fica à esquerda do decote.
Manto: para a Ninfa Sol o manto de renda vermelha deve sair na altura do terceiro raio do sol, cobrir os ombros e fica preso no lado esquerdo por um broche ou pelo Radar de Ninfa. Para a Ninfa Lua, o manto sai na metade da lua, cobrindo os ombros e chega no lado direito preso por uma estrela de lantejoulas. As outras seis estrelas estão na saia. O manto cai até a barra do vestido e é coberto por três raios.
Raios: para a Ninfa Sol dois raios dourados e um raio roxo. Para a Ninfa Lua dois raios prateados e um raio roxo. O espaço entre os raios é de 5 cm. O raio roxo é dois centímetros maior que os outros.
Capas: uma capa de renda roxa e uma capa de organza vermelha. Na capa vermelha é colocado o Radar dos Devas Alufã ou Adejã.
Pente: nas cores vermelho e roxo, sem brilho. O tule roxo fica no meio, ladeado por vermelho dos dois lados. O cumprimento do pente é de 80 cm.
Luvas: renda vermelha (mesma do manto).
Sapatos: é aconselhável um sapatinho ou sandália na cor vermelha. Não é permitido o uso de tênis.
Acessórios: não é permitido o uso de colares de bijuterias com a indumentária.
CANTO DAS ROCHANAS
Oh Jesus! Esta é a hora feliz da minha vida, que ora sinto despertar em mim todo este amor!
Guia-me Jesus! Sou uma Rochana e venho de terras distantes em busca de te encontrar!
Oh Jesus! Dai-me forças para que eu possa emitir o meu canto silencioso da cura desobsessiva dos cegos, dos mudos e incompreendidos.
Jesus! É a hora da individualidade e me faz Jesus, sentir a tua grandeza em Deus Pai todo misericordioso, que me deu esta rica oportunidade de reparar meus erros com amor, que um dia errei por não saber amar.
Ensina-me Jesus, a distribuir esta maravilha a todos aqueles que de mim necessitarem.
Dai-me Jesus, o poder de emanar à luz desta Doutrina, transformando sempre para o bem, até conseguir Jesus, levá-los a caminho de Deus Pai todo poderoso, deixando que as pérolas dos Anjos e dos Santos Espíritos sejam minha esperança e minha Guia. Salve Deus!
INFORMAÇÕES SOBRE A FALANGE
- Tia Neiva escolheu as ninfas para compor a Falange de Rochanas da seguinte forma: mandou que fizessem uma fila com as ninfas que iriam compor as falanges de Rochanas e Cayçaras. As ninfas mais jovens foram escolhidas para compor a falange das Cayçaras e as ninfas mais velhas para compor a falange das Rochanas. Segundo Monique, dificilmente uma ninfa mais jovem consegue se firmar na falange por causa da grande força que as Rochanas manipulam. Aparentemente, uma Rochana se mostra frágil, mas possui uma grande força interior que lhe dá condições de manipular e suportar as provas da vida com muita coragem. São ninfas de temperamento forte. Não aceitam imposições. “...Não se leva uma Rochana pela força e sim pelo amor - Manoel Barbosa.”
Obs.: O Canto do Cavaleiro da Lança Vermelha inclui a emissão do Mestre que é feita no início e no final do Canto.
- A indumentária das Rochanas seria na cor azul mas como Tia Neiva desencarnou antes de fazer a mudança, ficou a cor vermelha que vem do Cavaleiro da Lança Vermelha.
|
|
Enviado por Tarley Minha mãe foi, com certeza, a mulher que mais profissões exerceu em toda sua longa vida, sem ter sequer concluído o curso fundamental.
Tudo que ela aprendeu foi nas primeiras quatro séries que cursou, quando criança. Contudo, era de uma sabedoria sem par.
Descobri que minha mãe era uma decoradora de grandes qualidades, à medida que eu crescia e observava que ela sempre tinha um local no melhor móvel da casa, para as pequenas coisas que fazíamos na escola, meu irmão e eu.
Em nossa casa, nunca faltou espaço para colocar os quadrinhos, os desenhos, os nossos ensaios de escultura em barro tosco.
Tudo, tudo ganhava um espaço privilegiado. E tudo ficava lindo, no lugar que ela colocava.
Descobri que minha mãe era uma diplomata formada na melhor escola do mundo (nosso lar), todas as vezes que ela resolvia os pequenos conflitos entre meu irmão e eu.
Fosse a disputa pela bicicleta, pela bola, pelo último bocado de torta, de forma elegantemente diplomática ela conseguia resolver. E a solução, embora pudesse não agradar os dois, era sempre a mais viável, correta, honesta e ponderada.
Descobri que minha mãe era uma escritora de raro dom quando eu precisava colocar no papel as idéias desencontradas de minha cabecinha infantil.
Ela me fazia dizer em voz alta as minhas idéias e depois ia me auxiliando a juntar as sílabas, compor as palavras, as frases, para que a redação saísse a contento.
Descobri que minha mãe era enfermeira com menção honrosa toda vez que meu irmão e eu nos machucávamos.
Ela lavava os joelhos ralados, as feridas abertas no roçar do arame farpado, no cair do muro, no estatelar-se no asfalto.
Depois passava o produto anti-séptico e sabia exatamente quando devia usar somente um pequeno Band-aid, o curativo ou a faixa de gaze, o esparadrapo.
Descobri que minha mãe cursara a mais famosa faculdade de psicologia, quando ela conseguia, apenas com um olhar, descobrir a arte que tínhamos acabado de aprontar, o vaso que tínhamos quebrado.
E, depois, na adolescência, o namoro desatado, a frustração de um passeio que não deu certo, um desentendimento na escola.
Era uma analista perfeita. Sabia sentar-se e ouvir, ouvir e ouvir. Depois, buscava nos conduzir para um estado de espírito melhor, propondo algo que nos recompusesse o íntimo e refizesse o ânimo.
Era também pós-graduada em teologia. Sua ciência a respeito de Deus transcendia o conteúdo dos alguns livros existentes no mundo.
O seu era o ensino que nos mostrava a gota a cair da folha verde na manhã orvalhada e reconhecer no cristal puro a presença de Deus.
Que nos apontava a fúria do temporal e dizia: "Deus vela. Não se preocupem."
Que nos alertava a não arrancar as flores das campinas porque estávamos pisando no jardim de Deus. Um jardim que ele nos cedera para nosso lazer, e que devíamos preservar.
Ah, sim. Ela era uma ecologista nata. E plantava flores e vegetais com o mesmo amor. Quando colhia as verduras para as nossas refeições, dizia: "não vamos recolher tudo. Deixemos um pouco para os passarinhos. Eles alegram o nosso dia e merecem o seu salário."
Também deixava uns morangos vermelhinhos bem à mostra no canteiro exuberante, para que eles pudessem saboreá-los.
Era sua forma de manifestar sua gratidão a Deus pelos seus cuidados: alimentando as suas criaturinhas.
Minha mãe, além de tudo, foi motorista particular, não se cansava de ir e vir várias vezes de casa para escola, para a biblioteca, para o dentista, para o médico, para o teatro e de volta para casa.
Também foi exímia cozinheira, arrumadeira, passadeira, babá. E tudo isto em tempo integral.
Como ela conseguia, eu não sei. Somente sei que agora ela está na espiritualidade. E Deus, como recompensa, por tantas profissões desempenhadas na terra, lhe deu uma missão muito, muito especial: a de anjo guardião dos filhos que ficaram na bendita escola terrena.
|
|
Enviado por Kelly Fernandes Esta foto originou o artigo intitulado "O Abraço Que Resgata".
Esse artigo fala sobre a primeira semana de vida de duas crianças gêmeas. Cada uma estava numa incubadeira e uma delas não tinha perspectiva de sobrevivência.
Uma enfermeira foi contra as regras hospitalares e colocou as duas crianças juntas numa única incubadeira.Depois de colocadas juntas, a mais saudável estendeu o braço e o colocou sobre os ombros de sua irmã.
Minutos depois o coração da mais frágil teve seus batimentos estabilizados e sua temperatura foi a níveis normais. Isso vem demonstrar que já nascemos sabendo o valor do abraço.
Assim sendo:
Seja qual for o seu momento agora, sinta o meu abraço.
Se a tristeza tomou forma no seu coração, que o meu abraço possa levar-lhe alguma alegria.
Se você estiver passando por algum tipo de privação, que o meu abraço possa fazer com que você tenha Fé no dia de amanhã.
Se o Amor não tem marcado presença em sua Vida, que o meu abraço possa dar-lhe a confiança de que ele está a caminho.
Se a solidão tem sido sua mais constante companhia, que o meu abraço possa fazer com que você sinta-se menos só.
Se a incompreensão de alguns tem machucado você, que o meu abraço lhe demonstre que aceito você exatamente como é.
Se ao olhar-se no espelho, você não se satisfaz com sua aparência, que o meu abraço possa demonstrar que o que vejo em você vai além das aparências e é muito belo.
Se algum tipo de moléstia está afetando você, que o meu abraço possa alcançar o seu sistema imunológico, fazendo com que suas defesas naturais se acelerem.
Se aconteceu a perda de algum ente querido, que o meu abraço consiga ser o companheiro consolador da sua saudade.
Seja qual for o seu momento agora, sinta o meu abraço e lembre-se de Deus, grande arquiteto que nos fez.
Neste momento Ele está presente.
Na verdade, Somos Três!
|
|
|
|
JANEIRO/2008
|