Caminhava, guiada pela grande convicção de que tudo de Pai Seta Branca, estava certo. Com as aspirações mais secretas, indefinida, caminhava naquela minha solidão, hoje, também distante.
Sim, caminhava, para mim, cada dia e cada noite embrenhava no mais profundo mistério:
Nove de Junho de 1960...Solidão...Tristeza...
Caminhava, quando deparei comigo mesma. Com profundo desamor, não me preocupei de estar onde estava, ou com o que poderia a acontecer com o meu corpo, onde estava.
Levei os olhos para cima. Vi, senti que estava na Terra. Aquelas árvores frondosas me davam medo. Senti estar atravessando um caudaloso rio. Deparei com uma pequena clareira que, não sei porque me parecia familiar.
Comecei a ouvir vozes e vi, num quase balé, dançando uma linda mulher vestida de cigana, onde também, haviam homens ciganos, vestidos com muito bom gosto, alguns tocando violino.
Uma voz em harmonia, chegou aos meus ouvidos, com que querendo me amparar:
- É uma tenda cigana. É a tua origem e de todo o teu povo!.
Comecei, então, a raciocinar, o que até então; não fizera.
Por que tanta solidão? por que tanto mistério e de que me servirá todo esse conhecimento? Não obtive resposta. E, alheios aos meus sentimentos, aquelas lindas pessoas cantavam e dançavam em sua alegria singular. Comecei a pensar, pensar sem qualquer afirmação, esses pensamentos que a gente pensa sem saber porque. Eles se amavam. Eu via a ternura entre eles. Casais, juntinhos, se acariciavam; porém, sem um toque de sensualidade.
O meu coração se enchia de ternura, algo que até então não sentira. A volta foi mais leve, porque comecei a sentir inveja daquela gente...
Por André Luis - Adj. Ajuvano
Subcoordenador
ajuvano@valedoamanhecer.com
www.valedoamanhecer.com
Foto: Ministro Apogento
No último sábado, 8/dez/2007, às 17h estivemos na cidade de Mogi das Cruzez-SP (Biritiba Ussú), para dar posse ao Mestre Guilherme Dias, Adj. Apogento, na presidência do Templo do Amanhecer.
Estiveram presentes, além do Subcoordenador de SP, vários Mestres e Ninfas da região, entre eles: Henrique Liberal, Luciana, Guilherme, Fátima, Adalgiza, Hélio Moscardine, Alessandro Cezar, João Fernando, Wanderlei Camilo, Jorge Campos, Antônio Apolinário, entre outros.
Após a palestra proferida pelo Adj. Ajuvano, o Mestre Guilherme fez a sua emissão, deixando registrado nos planos espirituais a sua nova missão.
Por Marcelo Richard, Pres. de Abaeté-MG
marcelorichardanalo@hotmail.com
É Natal
Anunciando o nascimento de Nosso Salvador!!!
Que este, seja o Natal de renascimento do amor fraterno...
Que possamos nos unir na verdadeira Paz de Cristo.
Um Ano Novo de amor,
Paz e Harmonia.
Feliz Natal,
É o que deseja Adj Analo mestre Marcelo Richard e Sílvia
Mateus, Capítulo 24 - 1, 2.
E, quando Jesus ia saindo do templo, aproximaram-se dele os seus discípulos para lhe mostrarem a estrutura do templo.
Jesus, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada.
Notem como mesmo Francisco de Assis, que bem conhecia o Evangelho, se alheou dessa mensagem e passou anos reconstruindo um templo de pedra, para honrar a Deus e rezar; apenas para descobrir que o verdadeiro templo do Senhor deve estar no íntimo dos homens.
Porque se dedicar a construir prédios para atravessarem as eras e encantarem os visitantes, se nossa missão foi projetada e implantada para durar apenas três séculos, como tantas vezes nos repetiu o 1º Mestre Jaguar? Este, por sinal, punha dúvidas se tal contagem já não começara quando Pai Zé Pedro e Pai João consagraram o espírito de Natacha (ou Natachã, como pronunciado corretamente) para a anunciar o Jaguar no Amanhecer, lá na Cachoeira das Princesas...
Desprender-se da terra e dos seus valores tem a ver, também, com desprender-se dos templos de pedra e do uso que se possa ou não ser dado aos mesmos futuramente. Hoje, são nossos depósitos de cristais, são nossos pontos de reunião, são nossas bases dos portais de desintegração que nos foram disponibilizados por Deus, para passarmos espíritos sofredores, o que realmente importa. No mais, é preciso não esquecer que os nossos cobradores mais terríveis – e importantes – dificilmente passarão pela porta, muito menos entrarão para tomar um passe.
É na vida, no dia-a-dia, nas rotinas do trabalho, da família, do estudo, da vizinhança, que erguemos os templos do Amanhecer, fazendo-nos em colunas e em oráculos, encaminhando espíritos para Deus, levando a mensagem do consolador e permitindo que a mão curadora aliviei as dores dos enfermos.
Em toda a parte, em todo o lugar, se é, ou não se é, o Jaguar medianeiro entre o céu e a terra. Nos nossos templos, de escudo e capa, é mais fácil. De terno ou terninho, volante ou coletivo, picareta ou computador, fogão ou campainha, enxada ou caneta, é que enfrentamos os grandes e decisivos testes das nossas encarnações. Nos braços dos amantes das tantas tentações, ou com os amados enfermos nos braços, é que deixamos Deus para daqui a pouco, ou precisamos Dele mais urgentemente e, assim, mostramos quem somos a uma espiritualidade atenta e expectante.
Outro dia, ouvi um financista aconselhar a só gastar uma certa quantia com supérfluos, quando investisse o mesmo tanto em uma boa e confiável carteira de ações. Bem, que cada pedra, cada telha, cada janela do seu templo material, corresponda a um ato de amor, tolerância e/ou humildade, a um momento de perdão e a uma chance dada ao próximo de recomeçar, para que você se despeça desta roupagem material e se revista de luz, como a do sol que ilumina toda esta humanidade.
Um homem anda pela noite, apressado, desconfiado, atento a ladrões que possam querer tomar-lhe os tantos pacotes que abraça e que têm formatos e tamanhos diferentes, que não consegue equilibrar totalmente e, a todo o momento, vão escorregando e caindo. Ele ajusta a arrumação, resmunga e continua caminhando.
É tarde. Sua família o espera para a ceia de Natal. Só ele sabe o quanto já caminhou, quais presentes não conseguiu comprar, embora muito o tivesse desejado.
Um passo, outro passo. Para o filho que queria um computador, leva uma bola; para a filha que queria uma bicicleta, leva uma bolsa, para a outra filha que queria uma viagem para a Disney, leva uma enorme boneca, para a esposa que queria uma casa própria, só deles, para morarem e para ela poder adaptar à sua idéia do que é um lar confortável, leva um relógio e todo o eterno esforço de fazê-la feliz, onde quer que estejam.
Um passo, outro passo. Agora, respira fundo, ao meio de uma ladeira. Num bolso, amassado, meio rasgado, o aviso prévio. No outro bolso, uma parte para fora, os classificados do jornal, com algumas possibilidades de novo emprego assinaladas. Aproxima-se da última esquina antes de chegar. Os olhos não choram, a boca não ri. Guarda-se e a todas as suas emoções para dali a pouco, quando todos dele esperarem muito, muito mais do que acredita ter para dar. Dará, de si, mesmo assim, o colo, o abraço, o peito, os ouvidos, os olhos, a boca, a segurança. Então, será o líder, o pastor, o palhaço, o anfitrião, o confidente, o cantor, o garçom, o planejador, o solucionador.
Fará tudo o que dele esperam, da melhor maneira possível, mesmo que tudo pareça tão difícil. Será, assim, até feliz. Passa pelo portão, afaga o cão, abre a porta e a sua família o envolve com perguntas, brincadeiras, histórias das rotinas e das fantasias de todo um dia que demorou tanto para passar. Que mais poderia pedir?
É hora de renovar os sonhos
E acreditar na vida.
Não existe realização sem sonho,
Sonhar é rascunhar a realidade;
Conquistar é acreditar, não
Conquistamos aquilo o que não acreditamos.
Mais importante que os adornos luminosos,
Que a beleza poética dos arranjos natalinos,
Do que a troca de cartões e presentes...
É acendermos luzes novas em nosso coração
E nossa mente, reescrevermos os versos
Sutis de paz e amor,
Agendar um encontro com a nossa consciência,
Trocar velhos preconceitos
Por uma nova visão de mundo.
É muito importante,
Que os artifícios que emprestam luzes
à Paisagem natalina,
não sejam mais do que réplicas miniaturizadas
Da infinita luz que inunda
De esperança o cenário da nossa alma.
Não nos preocupemos em mudar todo o mundo,
Se cada um de nós
Tornar melhor seu mundo interior,
Caminharemos para um todo melhor.
Procuremos ser:
A solução, não o problema,
A resposta, não a dúvida,
A flor, não o espinho,
O remédio, não o veneno,
O curativo, não a ferida,
O perdão, não a vingança,
O diálogo, não a indiferença,
O amor, não a violência,
O cuidado, não a negligência,
A fé, não o fanatismo,
A fraternidade, não o egoísmo,
A prática, não o discurso,
A sinceridade, não a dissimulação,
A virtude, não o vício,
O estímulo, não a inveja,
A beneficência, não a esmola...
Procuremos amar mais, fazer mais,
Acreditar mais, sonhar mais, viver
Mais, reclamar menos, lamentar menos,
Julgar menos, criticar menos...
Que isso tudo sirva,
não apenas para o dia de natal,
Mas para o natal de todo dia.
Quando, mais do que uma lembrança,
A "Boa Nova" deve ser uma vivência cotidiana.
Um fraterno e imorredouro desejar:
Felicidade, paz, prosperidade e amor.
Salve Deus.
Só tenho agradecer pela a rica oportunidade, em receber o semananário, que aumenta meu conhecimento. Está de parabéns, que Deus te ilumine, pra que possa está nós passando, informações tão valiosas
- Conceição de Fátima – Ceilandia-DF - rosachoky@gmail.com.
O meio mais rápido e mais eficiente para promover prosperidade e satisfação nas questões de um povo, é enviar ondas de Amor para todas as criaturas de Deus.
- H. Spencer Lewis – nonau2@yahoo.com.br.
Salve Deus! Vocês estão de parabéns pelo novo site que a espirituialidade maior nos de forças para vencer as dificuldades
- Evaldo Alves - Feira de Santana-BA – adjneranio@bol.com.br.
Desejo a todo Povo Ajuvano um Feliz Natal e prospero ano Novo!
- Lindalva Oliveira - Brasília-DF.