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Os faróis são luzes, que indicam o caminho seguro para DEUS, para os espíritos que se encontram perdidos em sofrimentos.
Os faróis são os sinaleiros que estão sempre com a luz verde acesa, convidando aqueles que sofrem a chegar, para que possam receber o tratamento, o alimento espiritual que é a Doutrina de JESUS e o encaminhamento para um albergue de Luz, uma casa transitória, através da elevação do Doutrinador.
O farol da mesa evangélica, durante todo tempo que ali estiver, deverá estar com a mente em JESUS, dando a oportunidade, para aqueles irmãos carentes de luz e de amor, de chegarem e serem socorridos pelos Doutrinadores e pelos mentores da mesa.
O farol não deve se preocupar em atender o Apará que tenha incorporado próximo a ele, porque está só, essa não é sua função.
O farol deve enviar a todos os espíritos que estão chegando ou que já se encontram na mesa, pensamentos de paz, de harmonia e de amor. Faça o mantra universal para esses espíritos mas, mantenha-se no seu posto, sem preferências. Um farol é um sinal geral para muitos.
Um espírito sofredor volta várias vezes à casa do Pai Seta Branca, até se conscientizar e realmente aceitar o caminho para a regeneração espiritual (evolução).
Quando o sofredor chega no trono ou mesmo na mesa e encontra o Doutrinador que sempre é farol, ele, o sofredor, não oferece resistência nem dificuldades, porque respeita aquela Luz que o trouxe até ali num outro dia, respeita porque reconhece o Doutrinador pelo ectoplasma.
Mesmo quando não está havendo o fenômeno da incorporação na mesa, durante parte do intercâmbio ou mesmo no trabalho de defumação, os espíritos sofredores estão chegando na mesa atraídos pela Luz que emana dos faróis.
Ao sentar no farol, o Doutrinador deve procurar se lembrar, que naquele exato momento, também os seus mentores estão chegando para trabalhar na cura desobcessiva.
Tia Neiva
Vale do Amanhecer, 23/05/81
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Por Andre Luis, Adj. Ajuvano,
Subcoordenador
ajuvano@valedoamanhecer.com
- Foto: Edson OX - Beto e Nair - Numa das ultimas Reunioes de Presidentes
- No próximo dia 08/abril, terça, no Templo Mae, teremos a nossa Reunião de Presidentes e Aponaras com o Trino Ajarã, Mestre Gilberto Zelaya, Coordenador Geral dos Templos do Amanhecer, e Nair Zelaya, 1ª Aponara.
- Na oportunidade várias questões de grande relevância serão debatidas, para a marcha evolutiva desta nossa doutrina, que prega o convívio entre espíritos a caminho da evolução.
- A Consagração do 1º de Maio, as Comemorações do 50º Aniversário da nossa doutrina em 2008 e a Continuidade desta obra trazida por nossa querida Tia Neiva são alguns dos grandiosos temas que serão debatidos.
- A sua presença é de fundamental importância para que possamos alcançar os nossos objetivos.
- Salve Deus.
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Por Joaquim Alves, Adj. Narone
adjuntonarone2000@yahoo.com.br
Subcoordenador Presidente
- Foto: Ministro Narone
- Nos próximos dias 12 e 13 de abril de 2008 (sáb e dom) teremos
todas as Consagrações no Templo Narone do amanhecer de
Ipatinga-MG.
- Iniciação Dharman-Oxinto, Elevação de Espadas, Consagração de
Centúria, Classificação e Reclassificação, Entrega dos Nomes de
Ministros, Cavaleiros e Guias Missionárias, além de Reuniões Doutrinárias
Diversas, já que teremos a presença do Trino Ajarã Mestre Gilberto
Zelaya, Coordenador dos Templos; e de Nair Zelaya, 1ª Aponara.
- Brinde-nos com sua presença. Ela será de grande importância.
- Salve Deus!
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Enviado por Otimismo em Rede
www.otimismoemrede.com
Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente.
Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou,
"Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?"
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e antes mesmo de estar pronta para desabrochar, ela morreu.
Assim é com muitas pessoas.
Dentro de cada alma há uma rosa:
São as qualidades dadas por Deus.
Dentro de cada alma temos também os espinhos:
São as nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.
Nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e consequentemente, isso morre.
Nunca percebemos o nosso potencial.
Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas.
Portanto alguém mais deve mostrar a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor.
Olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Portanto Sorriam e descubram as rosas que existe dentro de cada um de vocês e das pessoas que amam...
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Enviado por Luciana Teixeira
unicaprasempre@gmail.com
Um consultor, especialista em gestão do tempo, quis surpreender a Assistência numa conferência. Tirou debaixo da mesa um frasco grande de boca larga.
Colocou-o em cima da mesa, junto a uma bandeja com Pedras do tamanho de um punho, e perguntou:
-"Quantas pedras pensam que cabem neste frasco?"
Depois dos presentes fazerem suas conjecturas, começou a meter pedras até Que encheu o frasco. E aí perguntou:
-"Está cheio?"
Todos olharam para o frasco e assentiram que sim. Então ele tirou debaixo da mesa um saco com gravilha (pedrinhas pequenas, menores que a "brita").
Colocou parte da gravilha dentro do frasco e agitou-o.
As pedrinhas penetraram pelos espaços deixados pelas pedras grandes.
O consultor sorriu com ironia e repetiu:
-"Está cheio?"
Desta vez os ouvintes duvidaram:
-"Talvez não.", responderam.
- "Muito bem!", disse ele, e pousou na mesa um saco com areia que começou a despejar no frasco. A areia infiltrava-se nos pequenos buracos, deixados pelas pedras e pela gravilha.
-"Está cheio?", perguntou de novo.
-"Não!", exclamaram os presentes. Então o consultor pegou uma jarra com água e começou a derramar para dentro do frasco. O frasco absorvia a água sem transbordar.
-"Bom, o que acabamos de demonstrar?", perguntou.
Um ouvinte, mais afoito, arriscou:
-"Que não importa o quão cheia está a nossa agenda; se quisermos, sempre conseguimos fazer com que caibam mais compromissos."
-"Não!", concluiu o especialista, "o que esta lição nos ensina é que se não colocarem as pedras grandes primeiro, nunca poderão colocá-las depois...
E quais são as grandes pedras nas nossas vidas? A pessoa amada, nossos filhos, os amigos, os nossos sonhos e desejos, a nossa saúde.
Lembrem-se: ponham-nos sempre primeiro. O resto encontrará o seu lugar!"
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Por João do Valle, Adj. Trino Otalevo
joao.valle@uol.com.br
Toda pessoa carrega, em si, um tanto do céu e um tanto do inferno. "O conhecimento de que tudo é bom nos liberta do mal". Se atentarmos apenas aos acontecimentos e atos ruins, iremos nos decepcionando, azedando, perdendo o gosto e, afinal, largando de lado partes tão preciosas das nossas existências terrenas, quanto esta doutrina, este trabalho espiritual. Para quem comanda, nada dói mais que a ingratidão do comandado.
Ensina Henry Manville, no seu inquietante mas belo "Moby Dick", que o comando é solitário, justamente, por não permitir confundir a confraternização com a exposição, pois o líder tem os seus motivos, que embasam as suas decisões, mas que nem sempre podem ser revelados, mesmo que disso resulte ser taxado, por seu liderados, de tirano, de ignorante, de mal governante.
Em verdade, a mesma segurança que o levou a assim decidir, não pode se perder, pois lhe será necessária para suportar tais críticas infundadas com paciência e compreensão, visto surgirem do desconhecimento integral dos fatos e, talvez, se ele, ou ela, líder, estivesse vivendo o mesmo desconhecimento, ainda mais criticaria.
Assim, aos presidentes de templos, subcoordenadores, adjuntos de povo e primeiras missionárias, sugiro que não se deixem magoar pelas eventuais mesquinharias dos componentes, pois nós nos merecemos e colaboramos, pelas tantas encarnações compartilhadas, para sermos e agirmos da forma que hoje temos.
Dentre os comandados, alguns se interessam, participam e colaboram; outros apenas seguem ordens, nem sempre por incapacidade, mas por mero desinteresse nos fundamentos da decisão. Dos primeiros, tira-se as boas idéias e a solidariedade, embora sempre de forma cautelosa, pois errar é humano; dos segundos, meramente, extrai-se os frutos do trabalho, sem se deixar atingir pelas reclamações. Uns e outros querem, em verdade, decisões justas e certas do líder. Aceitarão e se conformarão, mais cedo ou mais tarde, com as ordens que não os agradaram, mas perceberam que estavam corretas. Sempre reclamarão e criticarão, entretanto, quando a ordem foi errada, mesmo sendo por ela favorecidos.
Concluindo, uma "historinha do baú":
O velho líder de um grupo cigano, antes de morrer, passou o comando para o seu primogênito que, entretanto, era considerado pelo povo muito imaturo para governar. Como se comentava, passava os dias rondando os cavalos, para os roubar, e as noites rondando as moças, para as seduzir. Parecia que só lhe interessavam as aventuras e o seu violão, sempre próximo para um improviso, uma brincadeira com alguém que passava, um galanteio para a jovem distraída. Mas, bem ou mal, estava feito, e os rígidos costumes da tribo não permitiam questionar a indicação, ao menos enquanto não surgisse alguém disposto a desafiar o novo rei para uma luta com adagas, no que ele era considerado o melhor lutador, portanto descartando a hipótese.
O inverno se aproximava e era preciso chegar às terras baixas antes que a passagem entre duas montanhas se fechassem, com faziam em todos os anos, naquela vida cigana de eterna migração, "seguindo do início de uma estrada até o seu final, só pelo prazer de voltar novamente".
Os carroções foram arrumados, os cavalos atrelados e o cortejo se pôs a caminho. Até ai tudo era rotina e o jovem rei ainda não fora testado. Mas algo mudara pelo velho caminho.
O senhor de uma grande propriedade, sempre atravessada pela tribo naquelas viagens, também fora substituído pelo seu filho, que tivera uma filha sequestrada por outra tribo cigana e tinha ódio mortal por todo e qualquer cigano, mal assumira já determinando aos seus guardas que não permitissem, de forma alguma, que ciganos pisassem nas suas terras, matando a todos que assim se atrevessem. A notícia chegou pelo sobrevivente de uma outra tribo, que tentara a travessia e fora quase toda dizimada, causando medo e frustração no grupo do jovem rei, as mulheres chorando, os homens abraçando os filhos assustados.
Com o inverno, os frutos sumiam das árvores, os animais migravam ou hibernavam, os rios congelavam, os fazendeiros recolhiam a criação nos celeiros, impossibilitando até o mero furto para sobreviver. E não só os ciganos ficavam famintos, mas os lobos também, tornando-se ainda mais ousados e agressivos. Porém, contornar as terras hostis exigiria semanas a mais de viagem, das quais não dispunham, com o gelo avançando pela passagem nas montanhas. Pela estrada, os assassinos do nobre; pela mata, as feras; ficar era morrer de frio e fome.
Todos se voltaram para o líder, que refletiu, em silêncio: Os lobos nos atacarão apenas até saciarem a fome e podemos matá-los sem colocarmos as autoridades no nosso encalço. Pela estrada, seremos atacados pelos vigias do rico senhor, que não terão medida e só se contentarão com o nosso extermínio total; para piorar, se nos defendermos e os matarmos será a nossa perdição total, pois nunca mais poderemos voltar para esta região e ainda seremos perseguidos pelas autoridades de todo o país. E o jovem rei disse: - Vamos pela floresta!
Um cigano retrucou: - Mas com os homens podemos negociar, tentar pagar pela nossa passagem com ouro, animais, até com danças e lendo as mãos dos vigias; o que temos para oferecer aos lobos, além das nossas carnes?
Era uma armadilha, mesmo que involuntária, mas crucial. Caso o líder ficasse se explicando e tentando convencer aos demais, iniciaria uma sequência de réplicas e tréplicas, indecisões e intermináveis discussões, que quebrariam a unidade da tribo e mais ainda a retardaria, acabando por inviabilizar até aquele solução última de usar a passagem nas montanhas atravessando a floresta.
O jovem rei, sem mais nada dizer, montou no seu cavalo e se dirigiu para a mata, o mais segura e lentamente que pode, intimamente assustado com o que estava fazendo, sem a certeza se seria seguido ou destituído pelo mero abandono dos governados. Após alguns torturantes minutos, ouviu o rangido do primeiro carroção. A comitiva se pôs a caminho, atrás do seu líder.
A travessia da floresta foi repleta de sustos e angústias, mais de uma vez acompanhada por alcatéias, a custo mantidas a distância pelos homens exaustos mas encorajados pelo jovem rei, ombro-a-ombro com os demais, lutando, gritando, empunhando archotes e lanças contra presas cortantes. Durante as intermináveis noites insones, quando os olhos raivosos eram como brasas dentre as moitas mal iluminadas pelas luzes das fogueiras, o rei convidava a todos para cantarem e dançarem, sobrepondo o matraquear das castanholas aos rosnados ameaçadores que rondavam. Finalmente, atravessaram a passagem pouco antes da neve se acumular demais e impedí-los. Nenhum dos ciganos ficara para trás.
Aquele rei liderou o seu povo ainda por muitos anos, atravessando outros tantos desfiladeiros estreitos e florestas escuras, até que chegou o dia de fazer o seu sucessor, ao qual repetiu a mesma mensagem derradeira que recebera do pai: - Dificuldades e sacrifícios sempre existirão, superá-los com esperança ou com desespero, será o resultado das tuas decisões. Sejas julgado pelos teus atos, não pelas tuas promessas. Cuida do teu povo e o conduz com amor e firmeza.
Salve Deus!
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- Frequento o Vale sempre como paciente, gosto muito, me faz sempre muito bem. Parabéns pelo grande trabalho. Fiquem com Deus! obrigado
- Noeme Paula - Salvador-BA - noemepaula@hotmail.com.
- Salve Deus, mestres, hoje estou me sentido o homem mais feliz do mundo, nós dias 18 e 19 de março de 2008. Fiz minha iniciação aqui em Recife-PE, no Vale do Amanhecer de Dois Irmãos, como doutrinador, não sei expressar a tamanha alegria, nunca me emocionei tanto assim na vida, foi deslumbrante, maravilhoso, chorei aos prantos de tanta emoção, o Templo Mãe estava completamente lotado e super organizado, está de parabéns o presidente, Mestre Carlos. obrigado Tia Neiva pela doutrina, ao nosso Senhor Jesus Cristo, Pai Seta Branca e Mãe Yara, minha Princesa Iracema, Vovó Catarina de Aruanda, a toda espiritualidade, muito obrigado meu Deus, por hoje fazer parte do Vale do Amanhecer. Um abraço.
- João de Deus - mazilibenning@hotmail.com.
- Muito obrigado a todos que fazem o Vale do Amanhecer... Gosto muito de todos... Salve deus!!!
- Auricelio de Almeida - auricelioal002@yahoo.com.br.
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ABRIL/2008
- 01/04-ter = T.Mãe-DF = Iniciação
- 05/04-sáb = T. Mãe-DF = Julgamento / São Carlos-SP = Retiro Especial e Reunião de Presidentes da SUB SP-USA-Caribe.
- 06/04-dom = T.Mãe-DF = Bênção do Pai Seta Branca / Templos = Bênção dos Ministros / Piracicaba-SP = Bênção do Ministro Ajuvano / Templos de SP = Dia de assumir prisão para o Aramê de 19.04-sáb em Osasco-SP
- 08/04-ter = T.Mãe-DF = Reunião de Presidentes e Aponaras com o Trino Ajarã (Coordenador dos Templos do amanhecer) e Nair Zelaya (1ª Aponara)
- 09/04-qua = Santana-SP = Leito Magnético do Estado de SP
- 12/04-sáb = T.Mãe-DF = Aramê / Pirapora-MG = Consagrações (Iniciação Dharman-Oxinto, Elevação de Espadas, Consagração de Centúria, Classificação, Reclassificação, Entrega dos Nomes dos Ministros, Cavaleiros e Guias Missionárias)
- 14/04-seg = Angical
- 15/04-ter = T.Mãe-DF = Iniciação
- 17/04-qui = Alabá Início (1/7)
- 18/04-sex = Alabá (2/7)
- 19/04-sáb = Alabá (3/7) / T. Mãe-DF = Julgamento
- 20/04-dom = Alabá (4/7)
- 21/04-seg = Sessão Branca / Alabá (5/7)
- 22/04-ter = Alabá (6/7)
- 23/04-qua = Alabá fim (7/7)
- 26/04-sáb = T.Mãe-DF = Aramê / Palmas-TO = Consagrações (Iniciação Dharman-Oxinto, Elevação de Espadas, Consagração de Centúria, Classificação, Reclassificação, Entrega dos Nomes dos Ministros, Cavaleiros e Guias Missionárias)
- 27/04-dom = Batizado (todo último dom do mês) / T.Mãe-DF = Reunião de Adjuntos e Componentes (todo último dom do mês)
- 29/04-ter = T.Mãe-DF = Iniciação
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MAIO/2008
- 01/05-qui = T.Mãe-DF = Consagração do 1º de Maio - Concentração às 4h da madrugada na Estrela Candente.
- 03/05-sáb = T.Mãe-DF = Julgamento
- 04/05-dom = T.Mãe-DF = Bênção do Pai Seta Branca / Templos = Bênção dos Ministros / Templos de SP = Dia de assumir prisão para o Aramê de 17.05-sáb em Santana-SP / Serrana-SP = Bênção do Ministro Ajuvano
- 10/05-sáb = T.Mãe-DF = Aramê
- 12/05-seg = Angical
- 13/05-ter = T.Mãe-DF = Iniciação
- 16/05-sex = Alabá Início (1 de 7)
- 17/05-sáb = Alabá (2 de 7) / T.Mãe-DF = Julgamento / Santana-SP = Aramê de SP
- 18/05-dom = Alabá (3 de 7)
- 19/05-seg = Sessão Branca / Alabá (4 de 7)
- 20/05-ter = Alabá (5 de 7)
- 21/05-qua = Alabá (6 de 7)
- 22/05-qui = Alabá fim (7 de 7)
- 24/05-sáb = T.Mãe-DF = Aramê
- 25/05-dom = Batizado (todo último dom do mês) / T.Mãe-DF = Reunião de Adjuntos e Componentes (todo último dom do mês)
- 27/05-ter = T.Mãe-DF = Iniciação
- 31/05-sáb = T.Mãe-DF = Julgamento
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