Informativo do Vale do Amanhecer
COORDENAÇÃO DOS TEMPLOS DO AMANHECER
Semanário N° 83 - 6/DEZ/2008 - SÁB
Publicação Mensal Gratuita
Responsável: Mestre André Luis - Adj. Ajuvano - www.valedoamanhecer.com
Tel Brasil: (61) 8147-8433, 3321-3939 / Tel USA: (404) 567-5852 / ajuvano@valedoamanhecer.com

CARTA DE TIA
"VIDA"
Foto: Gilberto Zelaya, Tia Neiva e Raul Zelaya
(Acervo do Adj. Amayã, Mestre Guilherme)

O mundo gerou, a vida criou, ninguém disse nada.
No fundo da mata, a pedra rolou, ninguém disse nada.
Quem sabe que a vida, se a terra parar, e o sol deixar de esquentar.
As nuvens baixinho, fazendo gelar.
E o véu da noiva impedindo, trenzinho ligeiros parar.

E o sol partindo para longe, indo outro polo esquentar.
As águas chegando, o fogo apagando, e as vidas nas vidas se amando.
Padres na igreja tentando rezar, os jovens cantando do céu entoando.
As cordilheiras passando, as campinas se afogando.

Descendo as praias do mar, o peixe falando idioma singular.
Pequenos homens, grandes tesouros, equitumãs se voltando.
Jaguares se desdobrando, prá vida nas vidas chegarem.
Fazendo a luz no céu clarear, os cegos enchendo a luz derradeira.
E Deus com seu mundo fazendo, em Cristo Jesus, seus filho voltarem.


Tia Neiva
Vale do Amanhecer, 28 de fevereiro de 1980.


OPINIÃO
O PRIMEIRO COMANDO DA ESTRELA CANDENTE
Por
João do Valle
Adjunto Trino Otalevo
joao.valle@uol.com.br

Vou contar esta história atendendo a um pedido do mestre Roberto Roque. Na verdade, foi uma ameaça. Ele me disse que se eu não contasse, ele contaria lá do jeito dele. Achei melhor não correr tamanho risco. A Estrela fora inaugurada há poucas semanas. Não existiam ainda Comandantes Janatã, sequer adjuntos. Nós, consagrados como Mestre Luz, sob o Comando do saudoso Mestre Nóia, éramos os responsáveis pela organização das consagrações, desde os ensaios feitos antes da inauguração da Estrela. Os mestres interessados em comandar o trabalho colocavam os nomes em um livro, que ficava na Casa Grande, chegavam mais cedo naquele dia, pegavam a bolsa com cartas, lei e o mais necessário para uma escalada e subiam para a Estrela, só isso. No final da tarde, devolviam a bolsa e iam embora. Não havia o ritual de entrega das energias. Aliás, nem Turigano. Era o meu dia. Passei na Casa Grande e deparei com expressões de surpresa e alívio, pois não tinham identificado, só pelo nome, quem era o mestre “João Amilcar”, como assinei.

- É o João, filho da Nercy, seu Mário gritou para Tia.

- Então pode. Entrega a bolsa, ela respondeu lá do Sétimo. Minha cara de “não estou entendendo” deve ter sido irresistível. Tanto que Seu Mário veio me explicar:

- Liga não João, está tudo bem. É que ontem, o comandante fez tanta besteira que Neiva subiu até a Estrela a pé, deu a maior bronca, mandou todo mundo descer. Ela ficou muito triste, dizendo que nem sabia se ainda poderíamos abrir o trabalho novamente. Acho que a zanga já passou mais. Só que estávamos preocupados, sem saber se o comandante de hoje não iria causar problemas novamente. Você tem alguma dúvida? Hoje talvez tivesse.

Com 18 anos, o cabelo no meio das costas e vendo desafios em todos os perigos, claro que afirmei estar tudo bem com veemência suficiente para receber a bolsa e ainda uma tapinha de boa sorte nas costas. Entrei no meu fusquinha 69 (estávamos em 76, não era tão velho assim...) e fui para o Solar dos Médiuns ouvindo Hendrix no volume máximo do PHILIPS de bandeja. Quem tem menos de 40 talvez tenha alguma dificuldade para entender o que escrevo, mas pode ter certeza que estava tudo “jóia” para mim naquele dia. Estacionei em frente ao córrego que cortava o Solar dos Médiuns e levava água para a cachoeira. Tirei a bateria do carro e liguei no amplificador do radar, sem a qual nada de som.

Contei os presentes, não davam. Coloquei a bateria no carro novamente e fui bater nas portas das poucas casas da época, convidando mestres e ninfas para participarem da consagração, até completar o mínimo exigido pela lei. Até sobrou. Terezinha chegou, pegou o microfone e começou a cantar. Ela fazia isso todos os dias. Um trabalho fantástico fez essa ninfa, naquele início do mestrado. Sem ela tudo teria sido muito mais difícil. Inclusive porque era quem conhecia melhor o ritual e esclarecia as dúvidas porventura surgidas nos comandantes. Ergui os braços, para convocar os mestres para o coroamento, e o zíper da minha calça estragou e abriu, de cima em baixo. Fui salvo por Terezinha, que tinha um alfinete sobrando na indumentária e me emprestou. Ela me disse que dava para continuar. Acreditei e continuei. Ai Tia chegou, com jornalistas e fotógrafos. O Vale tinha saído em uma revista de grande circulação há pouco tempo e fora descoberto pela mídia. Toda hora tinha alguém pedindo entrevista para os médiuns desacostumados, encabulados, sem jeito. Recebi mais umas instruções e pude começar, finalmente. Na época, quando os mestres deitavam no esquife, lá ficavam por vinte minutos, enquanto o comandante ia imantrando, ou seja, falando por bem meia hora. Nem todos tinham tanto argumento assim e a bolsa já continha várias preces, para encher o tempo. Prece de Cáritas, Prece Hindu e outras das quais já não me lembro. Segui o roteiro e li as tais cartas, mas achei aquilo meio devagar demais. A consagração terminou, Tia estava muito satisfeita, aliviada mesmo. Me deu um beijo, riu, chamou para o almoço, foi para casa com os repórteres. Tem uma foto minha, com ela no radar da Estrela, naquele dia (aparece até a braguilha mal fechada), na casa do Mestre Pedro Izídio, Adj. Muyatã, no Muyatã do Amanhecer, em Planaltina de Goiás. Vale conferir. Assim, na segunda consagração, sem Tia para escutar (era o que eu achava), quando os mestres se deitaram, fechei os olhos e improvisei. Rezei, invoquei, filosofei... Certamente não lembro o quê, quanto ou como. Mas funcionou. Estava há uns dias sem ir ao Vale. Cheguei na Casa Grande e já subi para o trabalho. Não desci para almoçar com Tia, preferindo armar minha rede em um dos quiosques e ficar desenhando na velha prancheta. Eu era o Comandante do dia e tudo ali estava sob minha responsabilidade. Me contentei com um pacote de biscoitos e uma coca. Como também não fiquei de conversa fiada com ninguém, parece que só eu não sabia que estava marcada uma reunião na Estrela naquela tarde, para depois da segunda consagração. Era sobre uma peça teatral que Tia queria montar, contando uma história dos pretos-velhos, acho que da Cachoeira do Jaguar. Naqueles tempos, os mestres ficavam por perto da Casa Grande, conversando, esperando Tia dizer que estava na hora de ir para a Estrela. Ai subiam todos juntos. Bem, foi assim: Os mestres se deitaram nos esquifes, não tinha ninguém fora da parte iniciática, fechei os olhos, falei quase meia hora e, quando abri os olhos de novo, centenas de mestres me ouviam, outros tantos estavam chegando. Se fiquei encabulado? Deixa pra lá! Ao sair, muitos comprimentos, elogios. Nestor (1º Mestre Jaguar) e Mário Sassi, que estavam conversando, me chamaram.
- Este serve! Apontava para mim, Mário disse.
- Estou reunindo um grupo e mestres, para umas aulas especiais. É secreto. Não comente com ninguém. Venha na terça-feira, às nove horas da noite, para o Castelo dos Doutrinadores, Nestor me falou, baixinho.
Tinha tanta gente em volta, falando, rindo, cantando, que não ouvi muito bem. Só me lembro desse trecho, mas ele falou um pouco mais, que se perdeu. Era o convite para participar da primeira turma de centuriões do Amanhecer, da qual tive a feliz oportunidade de fazer parte. Mas isso é outra história. Importante mesmo foi aquele meu improviso, ouvido pelas pessoas certas, na hora certa, que mudou a minha vida mediúnica. Aliás, naqueles vinte minutos, foi o que fiz: me mediunizei e deixei fluir. Muitos de nós esqueceram como se faz. Decoram umas leis e cartas e se acham grandes médiuns. Na terceira consagração já estava escuro. Acendemos um lampião a gás e um mestre foi na frente dos demais, levando-o sobre a cabeça, para iluminar o caminho. Aquele lampião ficava no centro Estrela, na base da elipse, durante todo o ritual. Concluído o trabalho, nos despedimos, os mestres foram para as suas casas e desliguei a bateria do som, rumando para o meu carro no escuro. Passei pela pequena ponte sobre o córrego, pus a bateria sob o banco traseiro do fusca e, quando ia conectar os cabos, lembrei que tinha deixado a minha querida caixa de canetas na choupana. Larguei tudo como estava e fui correndo buscá-la. Mais uma vez atravessei a ponte, peguei a caixa de canetas e voltei correndo. Ai esqueci da ponte e cai no córrego, com capa e tudo. A caixa se abriu e as canetas se foram na correnteza. Tentando pegá-las, escorreguei e cai mais algumas vezes, até desistir da tarefa impossível naquela escuridão. Voltei encharcado para o carro, zangado pelas canetas perdidas. Liguei a bateria e desci para a Casa Grande. Lá chegando, Tia, Mário e outros tantos jantavam na mesa principal. Quando me viram daquele jeito, todo molhado, pingando, com a bolsa em um braço e a capa enrolada no outro, pararam de comer, sem entender bem o que estava acontecendo, só me olhando de cima em baixo. Seu Mário, com a mente ágil que Deus lhe dera, reagiu primeiro:
- Ué, choveu???
- Não! Cai no córrego, respondi.
Nem é preciso tentar descrever os risos e gozações que se seguiram. Tia ria de correr lágrimas:
- Mário, chuva nesta época do ano!?
E ria, ria...
- João foi batizado pelo Povo da Cachoeira!
E ria mais ainda. Todos riam, menos eu, com fome, com frio e, especialmente, sem as minhas canetas. Seu Mário, rindo ainda, veio me perguntar se eu precisava de alguma roupa emprestada, “uma cueca, uma meia...” A idéia de vestir uma cueca do Seu Mário, com todo o respeito, não me animou muito. Assim, agradeci e disse que tinha vindo direto do Colégio e, por isso, tinha roupa no carro. Só queria ir embora para casa. Ai me lasquei. Tia ouviu e disse que não era para ir embora coisa nenhuma. Deveria jantar e participar da aula que ia começar dali a pouco, no templo. Ainda tentei escapar:
- Mas a reunião é só para Mestre Sol.
- Você fica!
Fiquei, é claro. Um frio terrível, o templo gelado, eu sentado numa meia parede, de um tijolo de largura, na porta do Castelo dos Devas, encolhido, só de calça jeans e camiseta, descalço, revezando a ponta do pé que apoiava no chão de cada vez. Êta aula que não acabava nunca...! Não me perguntem o que estava sendo ensinado pois não me lembro de uma palavra. Lá pelas tantas, Tia chamou do radar:
- João?
- Estou aqui Tia. Posso ir embora?
- Ainda não!
E o frio aumentando. Já me arrependia de ter recusado a oferta do Seu Mário, quando Tia chamou novamente:
- João, cadê você?
Não respondi. Estava cochilando. Alguns mestres disseram que “está ali encolhido” e ela me liberou:
- Pode ir agora, meu filho.
Ia saindo do Templo ligeiro (... e se ela mudasse de idéia??) quando Tia começou a contar para a platéia o que tinha me acontecido. Quando riram, eu já estava entrando no fusca e ligando o som, bem alto. A volta foi ouvindo Deep Pourple para não dormir no volante. Depois, muito depois, ela me disse que:
  • Me elogiaram muito naquele dia e o banho no córrego foi para eu não ficar muito convencido;
  • Os bônus adquiridos naquele trabalho permitiram que ela fizesse outro trabalho, enquanto me deixava esperando no templo, barganhando com um cobrador que me tocaiava na estrada para um terrível reajuste, assim permitindo que eu passasse em paz.
    Mais na frente, fui consagrado Comandante Adjunto Regente, junto com Dias, José Donato e outros mestres cujos nomes dos Ministros também começam com a letra “O”, um indicativo daquela nossa honrosa classificação. Comandar a Estrela Candente não é como comandar qualquer outro trabalho no Amanhecer. Ali, a vida e a morte se encontram. Espíritos são desintegrados e tudo que foram um dia desaparece, a energia que os formou sendo distribuída para os necessitados, nos hospitais, nos leitos de dor. É a lembrança que nos restou do fim da era dos Equitumans e da vaidade que os perdeu. É a cabala que para a guerra e nos faz refletir sobre quem fomos, quem somos e quem precisamos ser, sem permitir que outro Numara nos leve à destruição em uma noite enluarada de Anodaê.

    - “SE TODOS OS MESTRES DESTE AMANHECER FIZESSEM UMA ESCALADA POR MÊS, NÓS ESTARIAMOS FLUTUANDO!” (Tia Neiva)

    Salve Deus!


  • DESENCARNE DO ADJUNTO JAMURÃ, MESTRE ARNALDO
    Por
    Juandir Melo
    Adj. Tarajo
    Subcoordenador-GO


    Foto: Adj. Jamurã, Mestre Arnaldo

    Comunicamos o desencarne do Mestre Arnaldo, Adjunto Jamurã, Presidente do Amanhecer de Aparecida de Goiânia-GO, ocorrido neste domingo, 30/nov/2008. O corpo será velado no Templo Jamurã do Amanhecer de Aparecida de Goiânia. O enterro será amanhã, seg, 01/dez/2008. Maiores informações com o Adj. Tarajo, Mestre Jurandir, através dos telefones: (62) 9974-1388 ou 9226-9136.
  • Salve Deus!


  • MOGI DAS CRUZES-SP = 1º ANIVERSÁRIO DO TEMPLO
    APOGENTO NO DIA 07/DEZ-DOM




    BONFINÓPOLIS-MG = NATAL NO DIA 19/DEZ-SEX
    Por
    Por José Saldanha
    Adj Marbô
    adjuntomarbo@gmail.com


    Foto: 3º encontro do povo Marabô na cidade de Salvador-BA

  • Esse foi o terceiro encontro do povo Marabô, ele se deu no período de 9 a 14 de Setembro de 2008 na cidade maravilhosa de Salvador-BA, onde visitamos além do Templo de Pernaboes, onde o presidente do Templo é o Mestre Augusto Rama, Jurume, e o seu Vice-Presidente Mestre Jair Rama, Marabô. Visitamos também o Templo do Mestre Alan Rama, Yucutã, todos na cidade de Salvador foram aos encontros onde trabalhamos nos diversos setores dos Templos e inclusive por estarmos à disposição dos Presidentes, eles nos pediram para uma contagem e foi fantástico o trabalho que o ministro Marabô abençoe a todos dentro da programação da viagem que estava previsto um banho de mar e visita a pontos historicos da cidade, a vovò Maria Conga me disse que o povo Marabô, estava começando a retirar as pequenas pedras dos caminhos para a grande evolução da jornada de cada um! O nosso próximo encontro (o 4º deles), do povo marabô, será na cidade de Bonfinópolis-MG em 19/dez (Sexta-Feira) às 00h00m, no templo Mãe, retorno dia 21/dez (Domingo), após a realização do natal do pequeno pajé, na ocasião estaremos a disposição do Presidente, e faremos se assim Deus permitir, uma festa de natal para as crianças do pequeno Pajé, inclusive com a presença do Papai Noel. Salve Deus
  • Estão todos convidados a comparecer e vibrar. Contribua com presentes para serem engregues, você fará a diferença, com respeito, Adjunto Marbô, Mestre Saldanha, somos todos um!


    ENDEREÇO DO TEMPLO
    Templo: Bonfinópolis-MG
    Pres.: Ogeno
    Tel. Pres.: (38) 3675-1627, 3675-2033 Ministro: Afanaro
    Sub: Wandeir Vico
    Endereço: Término da Januário, Área Especial Vale do Amanhecer
    Atendimento: Dom


  • OSASCO-SP = ARAMÊ EM 20/DEZ- SÁB
    Por
    André Luis
    Adj. Ajuvano
    SubCoordenador
    ajuvano@valedoamanhecer.com


    Foto: Salviano (Pegaro), Saldanha (Marbô) e Andre Luis (Ajuvano)

  • No próximo dia 20/Dez, Sáb, no Templo Apuarã do Amanhecer, em Osasco-SP, teremos o último Aramê de SP em 2008;
  • O comando será do Adj. Pegaro, Mestre Salviano, Pres. do Amanhecer de São Bernardo do Campo-SP;
  • O dia de assumir prisão para este Aramê é em 07/dez, Dom, dia da Benção do Ministro;
  • Aguardamos sua presença.

    ENDEREÇO DO TEMPLO
    Templo: Osaco-SP
    Pres.: Ismael Alves de Azevedo
    Tel. Pres.: (11) 3686-9852, 8599-4771
    Email Pres.: apuara@valedoamanhecer.com Ministro Apuarã
    Sub: André Luis
    Endereço: Rua C, nº 90, Santa Fé
    Tel.: (11) 3603-8666
    Atend: Seg, Qua, Sáb e Dom (Corrente Mestra)


  • MENSAGEM DE OTIMISMO
    CÍRCULO DE AMOR
    Autor Desconhecido

    Aquele homem estava um pouco apressado e quase não viu a senhora, com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou seu carro e se aproximou. O carro da senhora era novo, mas estava com problemas. Mesmo com o sorriso que o homem estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Quais seriam as intenções daquele estranho? Pensou a senhora. Ele percebeu que ela estava com muito medo e lhe disse: "Eu estou aqui para ajudar, madame. Pode esperar dentro do carro que está mais quentinho. A propósito, meu nome é Bryan". Bem, o problema era só um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo o pneu já estava trocado. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos. Enquanto ele apertava as porcas da roda a senhora abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que estava de passagem por ali, pois morava noutra cidade, e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado. Mas Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante. Aquele era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outra maneira. "Se realmente quiser me reembolsar, disse Bryan, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê a ela a ajuda que precisar". E acrescentou: "e pense em mim". Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Aquele havia sido um dia frio e cinzento, mas ele se sentia muito bem. Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante e entrou para comer alguma coisa. Não era um restaurante muito limpo, daqueles que ela costumava freqüentar. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse secar um pouco o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que mesmo com os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar. Notou que a garçonete estava nos últimos meses de gravidez, e ainda assim não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a moça buscava o troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. A garçonete voltou e procurou localizar a freguesa mas achou apenas algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares. Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que estava escrito. O bilhete dizia o seguinte: "você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou há pouco e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você". A garçonete ainda tinha muito trabalho a fazer naquela noite. Mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir. Mas quando foi para casa deitou-se ao lado do marido e ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito. Como podia aquela senhora saber o quanto ela e o esposo precisavam de dinheiro? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil! Virou-se para o marido que dormia tranqüilamente ao lado, deu-lhe um beijo carinhoso e sussurrou: "Tudo ficará bem, Bryan. Eu amo você."

    O amor produz sempre um efeito positivo em quem o recebe e, de maneira mais intensa, em quem o pratica. Por essa razão, o amor é, e sempre será, a melhor opção.


    MENSAGEM DE OTIMISMO
    ADVERSIDADES
    Autor Desconhecido

    Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.

    Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela. Virando-se para ela, perguntou:

    - Querida, o que você está vendo?
    - Cenouras, ovos e café, ela respondeu.

    Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

    - O que isto significa, pai?

    Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
    A cenoura entrara forte, firme e inflexível, mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis sua casca fina havia protegido o líquido interior, mas depois de terem sido fervidos na água, seu interior se tornara mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável; depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água. Ele perguntou à filha: Qual deles é você, minha querida? Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?

  • Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha, torna-se frágil e perde sua força?
  • Ou será você como o ovo, que começa com um coração maleável, mas que depois de alguma perda ou decepção se torna mais duro, apesar de a casca parecer a mesma?
  • Ou será que você é como o pó de café, capaz de transformar a adversidade em algo melhor ainda do que ele próprio?"

    Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós - somente a nós - decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim. Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar que você tem capacidade e tenacidade suficientes para superar mais este desafio


  • EMAIL RECEBIDO
    Autor Desconhecido

  • Trino Ajarã, que Pai Seta Branca te dê forças e te ilumine para voçê nos conduzir nesta imensa nave. Salve Deus. Elias Miguel Dias, elias.migdias@gmai.com, Itaberai-GO.

  • Hoje 25/10/2008, recebi um convite para o desenvolvimento e estou muito feliz. Almerio Soares da Cruz, almeriosoares@hotmail.com, Caratinga-MS

  • CADASTRE-SE GRATUITAMENTE
    PARA RECEBER NOSSO SEMANARIO

  • O nosso semanário é publicado gratuitamente todas as terças e é distribuido por email a todos os mediuns e simpatizantes da doutrina do amanhecer.
  • Se você ainda não esta cadastrado para receber o nosso Semanário, clique no link abaixo e cadastre-se

    http://www.valedoamanhecer.com/lista/listahpo.php#lista

  • Para se descadastrar, pode clicar no mesmo link e escolher a opcao EXCLUIR.
  • Salve Deus.


  • AGENDA MEDIÚNICA (DATAS IMPORTANTES)


    NOVEMBRO/2008

    • 29/11-sáb = T.Mãe-DF = Aramê / Santana de Parnaíba-SP = Consagrações (Iniciação Dharman-Oxinto, Elevação de Espadas, Consagração de Centúria, Classificação e Reclassificação, Entrega dos Nomes dos Ministros, Cavaleiros e Guias Missionárias)



    DEZEMBRO/2008
    • 05/12-sex = T.Mãe-DF = Reunião de Comandantes Janatã

    • 06/12-sáb = T.Mãe-DF = (a) Julgamento; e (b) Reunião de INSTRUTORES DE CENTÚRIA com o Mestre Silvério, Adj. Oralvo, Coordenador Geral da Centúria nos Templos do Amanhecer / Campinas-SP = Reunião de Presidentes de SP

    • 07/12-dom = T.Mãe-DF = Bênção do Pai Seta Branca / Templos do Amanhecer = Benção dos Ministros / Templos de SP = Dia de assumir prisão para o Aramê de 20.12-sáb em Osasco-SP / Pariquera-Açú-SP = Bênção do Ministro ajuvano (presença do Adj. Ajuvano) / Mogi das Cruzes-SP = 1º Aniversário do Templo Apogento

    • 09/12-ter = Alabá (1 de 7 - Inicio) / T.Mãe-DF = (a) Iniciação Dharman-Oxinto; e (b) Reunião de Presidentes com o Trino Ajarã

    • 10/12-qua = Alabá (2 de 7) / Céu-Azul-GO = Elevação de Espadas Especial

    • 11/12-qui = Alabá (3 de 7) / Céu-Azul-GO = Curso de Centúria Especial

    • 12/12-sex = Alabá (4 de 7) / T.Mãe-DF = Reunião Povo Ajuvano no "Recanto Uruatã" (21h)/ Céu-Azul-GO = Curso de Centúria Especial

    • 13/12-sáb = Alabá (5 de 7) / T.Mãe-DF = (a)Aramê; e (b) Confraternização do Povo Cayrã no "Cantinho Cayrã" / Céu-Azul-GO = (a) Curso de Centúria Especial e (b) Consagração de Centúria, Classificação e Reclassificação Especial

    • 14/12-dom = Alabá (6 de 7)

    • 15/12-seg = Alabá (7 de 7 - Fim) / Angical

    • 17/12-qua = Aniversário Thiana (Aponara Ajuvano)

    • 19/12-sex = Bonfinópolis-SP = Convite para o natal

    • 20/12-sáb = T.Mãe-DF = Julgamento / Osasco-SP = Aramê

    • 22/12-seg = Sessão Branca

    • 23/12-ter = T.Mãe-DF = Iniciação Dharman-Oxinto

    • 25/12-qui = Feriado (Natal)

    • 27/12-sáb = T.Mãe-DF = Aramê

    • 30/12-dom = Batizado