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Semanário N° 83 - 6/DEZ/2008 - SÁB
Publicação Mensal Gratuita |
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Responsável: Mestre André Luis - Adj. Ajuvano -
www.valedoamanhecer.com
Tel Brasil: (61) 8147-8433, 3321-3939 / Tel USA: (404) 567-5852 / ajuvano@valedoamanhecer.com |
CARTA DE TIA "VIDA" |
Foto: Gilberto Zelaya, Tia Neiva e Raul Zelaya
(Acervo do Adj. Amayã, Mestre Guilherme)
O mundo gerou, a vida criou, ninguém disse nada.
No fundo da mata, a pedra rolou, ninguém disse nada. Quem sabe que a vida, se a terra parar, e o sol deixar de esquentar. As nuvens baixinho, fazendo gelar. E o véu da noiva impedindo, trenzinho ligeiros parar. E o sol partindo para longe, indo outro polo esquentar. As águas chegando, o fogo apagando, e as vidas nas vidas se amando. Padres na igreja tentando rezar, os jovens cantando do céu entoando. As cordilheiras passando, as campinas se afogando. Descendo as praias do mar, o peixe falando idioma singular. Pequenos homens, grandes tesouros, equitumãs se voltando. Jaguares se desdobrando, prá vida nas vidas chegarem. Fazendo a luz no céu clarear, os cegos enchendo a luz derradeira. E Deus com seu mundo fazendo, em Cristo Jesus, seus filho voltarem.
Tia Neiva
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OPINIÃO O PRIMEIRO COMANDO DA ESTRELA CANDENTE |
Por
João do Valle Adjunto Trino Otalevo joao.valle@uol.com.br
Tinha tanta gente em volta, falando, rindo, cantando, que não ouvi muito bem. Só me lembro desse trecho, mas ele falou um pouco mais, que se perdeu. Era o convite para participar da primeira turma de centuriões do Amanhecer, da qual tive a feliz oportunidade de fazer parte. Mas isso é outra história. Importante mesmo foi aquele meu improviso, ouvido pelas pessoas certas, na hora certa, que mudou a minha vida mediúnica. Aliás, naqueles vinte minutos, foi o que fiz: me mediunizei e deixei fluir. Muitos de nós esqueceram como se faz. Decoram umas leis e cartas e se acham grandes médiuns. Na terceira consagração já estava escuro. Acendemos um lampião a gás e um mestre foi na frente dos demais, levando-o sobre a cabeça, para iluminar o caminho. Aquele lampião ficava no centro Estrela, na base da elipse, durante todo o ritual. Concluído o trabalho, nos despedimos, os mestres foram para as suas casas e desliguei a bateria do som, rumando para o meu carro no escuro. Passei pela pequena ponte sobre o córrego, pus a bateria sob o banco traseiro do fusca e, quando ia conectar os cabos, lembrei que tinha deixado a minha querida caixa de canetas na choupana. Larguei tudo como estava e fui correndo buscá-la. Mais uma vez atravessei a ponte, peguei a caixa de canetas e voltei correndo. Ai esqueci da ponte e cai no córrego, com capa e tudo. A caixa se abriu e as canetas se foram na correnteza. Tentando pegá-las, escorreguei e cai mais algumas vezes, até desistir da tarefa impossível naquela escuridão. Voltei encharcado para o carro, zangado pelas canetas perdidas. Liguei a bateria e desci para a Casa Grande. Lá chegando, Tia, Mário e outros tantos jantavam na mesa principal. Quando me viram daquele jeito, todo molhado, pingando, com a bolsa em um braço e a capa enrolada no outro, pararam de comer, sem entender bem o que estava acontecendo, só me olhando de cima em baixo. Seu Mário, com a mente ágil que Deus lhe dera, reagiu primeiro: Nem é preciso tentar descrever os risos e gozações que se seguiram. Tia ria de correr lágrimas: E ria, ria... E ria mais ainda. Todos riam, menos eu, com fome, com frio e, especialmente, sem as minhas canetas. Seu Mário, rindo ainda, veio me perguntar se eu precisava de alguma roupa emprestada, “uma cueca, uma meia...” A idéia de vestir uma cueca do Seu Mário, com todo o respeito, não me animou muito. Assim, agradeci e disse que tinha vindo direto do Colégio e, por isso, tinha roupa no carro. Só queria ir embora para casa. Ai me lasquei. Tia ouviu e disse que não era para ir embora coisa nenhuma. Deveria jantar e participar da aula que ia começar dali a pouco, no templo. Ainda tentei escapar: Fiquei, é claro. Um frio terrível, o templo gelado, eu sentado numa meia parede, de um tijolo de largura, na porta do Castelo dos Devas, encolhido, só de calça jeans e camiseta, descalço, revezando a ponta do pé que apoiava no chão de cada vez. Êta aula que não acabava nunca...! Não me perguntem o que estava sendo ensinado pois não me lembro de uma palavra. Lá pelas tantas, Tia chamou do radar: E o frio aumentando. Já me arrependia de ter recusado a oferta do Seu Mário, quando Tia chamou novamente: Não respondi. Estava cochilando. Alguns mestres disseram que “está ali encolhido” e ela me liberou: Ia saindo do Templo ligeiro (... e se ela mudasse de idéia??) quando Tia começou a contar para a platéia o que tinha me acontecido. Quando riram, eu já estava entrando no fusca e ligando o som, bem alto. A volta foi ouvindo Deep Pourple para não dormir no volante. Depois, muito depois, ela me disse que: Mais na frente, fui consagrado Comandante Adjunto Regente, junto com Dias, José Donato e outros mestres cujos nomes dos Ministros também começam com a letra “O”, um indicativo daquela nossa honrosa classificação. Comandar a Estrela Candente não é como comandar qualquer outro trabalho no Amanhecer. Ali, a vida e a morte se encontram. Espíritos são desintegrados e tudo que foram um dia desaparece, a energia que os formou sendo distribuída para os necessitados, nos hospitais, nos leitos de dor. É a lembrança que nos restou do fim da era dos Equitumans e da vaidade que os perdeu. É a cabala que para a guerra e nos faz refletir sobre quem fomos, quem somos e quem precisamos ser, sem permitir que outro Numara nos leve à destruição em uma noite enluarada de Anodaê. - “SE TODOS OS MESTRES DESTE AMANHECER FIZESSEM UMA ESCALADA POR MÊS, NÓS ESTARIAMOS FLUTUANDO!” (Tia Neiva)
Salve Deus!
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DESENCARNE DO ADJUNTO JAMURÃ, MESTRE ARNALDO
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Por
Juandir MeloAdj. Tarajo Subcoordenador-GO Foto: Adj. Jamurã, Mestre Arnaldo
Comunicamos o desencarne do Mestre Arnaldo, Adjunto Jamurã, Presidente do Amanhecer de Aparecida de Goiânia-GO, ocorrido neste domingo, 30/nov/2008.
O corpo será velado no Templo Jamurã do Amanhecer de Aparecida de Goiânia.
O enterro será amanhã, seg, 01/dez/2008.
Maiores informações com o Adj. Tarajo, Mestre Jurandir, através dos telefones: (62) 9974-1388 ou 9226-9136.
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MOGI DAS CRUZES-SP = 1º ANIVERSÁRIO DO TEMPLO APOGENTO NO DIA 07/DEZ-DOM |
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BONFINÓPOLIS-MG = NATAL NO DIA 19/DEZ-SEX
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Por
Por José SaldanhaAdj Marbô adjuntomarbo@gmail.com Foto: 3º encontro do povo Marabô na cidade de Salvador-BA
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OSASCO-SP = ARAMÊ EM 20/DEZ- SÁB
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Por
André LuisAdj. Ajuvano SubCoordenador ajuvano@valedoamanhecer.com Foto: Salviano (Pegaro), Saldanha (Marbô) e Andre Luis (Ajuvano)
ENDEREÇO DO TEMPLO
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MENSAGEM DE OTIMISMO CÍRCULO DE AMOR |
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Autor Desconhecido O amor produz sempre um efeito positivo em quem o recebe e, de maneira mais intensa, em quem o pratica. Por essa razão, o amor é, e sempre será, a melhor opção.
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MENSAGEM DE OTIMISMO ADVERSIDADES |
Autor Desconhecido
Seu pai, um chef, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela. Retirou os ovos e os colocou em uma tigela. Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela. Virando-se para ela, perguntou:
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, a água
fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
Somos nós os responsáveis pelas próprias decisões. Cabe a nós - somente a nós - decidir se a suposta crise irá ou não afetar nosso rendimento profissional, nossos relacionamentos pessoais, nossa vida enfim. Ao ouvir outras pessoas reclamando da situação, ofereça uma palavra positiva. Mas você precisa acreditar nisso. Confiar que você tem capacidade e tenacidade suficientes para superar mais este desafio |
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Autor Desconhecido
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AGENDA MEDIÚNICA (DATAS IMPORTANTES)
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DEZEMBRO/2008
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